poeminha criado na hora de uma vida, para muitas horas da vida*:
Aviso
Às vezes finjo que não te conheço, mas você vem.
E cortaria céus e aventuras distantes,
claros como a água de virgem cachoeira.
Às vezes acredito que posso te enfrentar: o que tem?
E veria um imenso dilúvio feroz de loucuras constantes,
mal feroz, minha perdição, minha asneira.
Às vezes penso em te largar,
e perceber de quantos lamentos são feitos a escuridão,
Vida, aquilo que chamamos de vozes, algum lugar:
algumas vão e vão, outras vêm e vêm - traição!
Tudo que faço, quero, sinto, o luar.
Tudo jogado na cama, assim,
uma carteira, jornais, mesa de bar,
Mas viu ressaca maldita, hoje sai de mim!
*postado no Culpa Sua! Também
Aviso
Às vezes finjo que não te conheço, mas você vem.
E cortaria céus e aventuras distantes,
claros como a água de virgem cachoeira.
Às vezes acredito que posso te enfrentar: o que tem?
E veria um imenso dilúvio feroz de loucuras constantes,
mal feroz, minha perdição, minha asneira.
Às vezes penso em te largar,
e perceber de quantos lamentos são feitos a escuridão,
Vida, aquilo que chamamos de vozes, algum lugar:
algumas vão e vão, outras vêm e vêm - traição!
Tudo que faço, quero, sinto, o luar.
Tudo jogado na cama, assim,
uma carteira, jornais, mesa de bar,
Mas viu ressaca maldita, hoje sai de mim!
*postado no Culpa Sua! Também
